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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Carnaval - Máscaras diferentes para os miúdos

Eu A D O R O o Carnaval!

E está quase! Este ano calha a 4 de Março.
A Cat, para me contrariar, nasceu uns dias depois da época, já fora de tempo, para não ter de passar pelo pesadelo de eu lhe organizar festas de Carnaval nos aniversários. Só pode!
O ano passado estava gravidona e a minha máscara foi esta:


Este ano será o primeiro Carnaval da Cat cá fora, por isso, já andamos aqui em grande movimentação cerebral à procura da máscara perfeita. Divertida e original.

Ficam aqui algumas ideias engraçadas que vi pela net, para se inspirarem.











Nós, a cachopa e as cadelas

Muitas mulheres, nesta casa.
Somos 4 contra 1.
O Hugo diz que se já não fosse careca, por esta altura já estaria.
Por entre TPM, birras e patinhas a saltar e a fazerem uma barulheira no parquet, muitos suspiros, aspiradores e gargalhadas.

A Cat começa a querer andar e anda armada em exploradora. O seu posto preferido é a comida das cadelas. Volta e meia lá vai ela a gatinhar até aos potes e as cadelas a verem, impotentes e com um ar "oh dona, não deixes". Se lhe pegamos nas mãozinhas para ela andar, é o seu primeiro objectivo, lá vai cheia de pressa em direção à cozinha.

Na hora da Cat comer é ao contrário.
Lá vêm as duas patuditas, sentam-se muito hirtas e atentas ao pé de nós, e sempre que algo cai da colher, lá vão elas rapidamente a ver quem chega primeiro.
Se estiver a comer uma bolacha..... pois... geralmente nunca a come toda. Elas não perdoam. 

A pobre da Sushi já tem pelo a menos, porque quando a Catarina lhe deita a mão, coitadinha, lá vem um tufo atrás. Há uns meses até arrastou a pobre da bichinha...

Adoro vê-las a interagir. Quando a Cat acorda, lá vêm as duas chamar-me. A Cat vê-as e desata-se logo a rir de bracinhos esticados. Quando chegamos a casa, saltos e mais saltos e muitas lambidelas marotas.

É assim uma casa com crianças (3 crianças, claramente) e cães. Muitas situações dignas de filme, e ainda estamos só no início! O aspirador não pára, mas o sorriso também não.


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Leite. Ter ou não ter. Eis a (não) questão




A falta de leite....
Todas as mulheres têm leite? Claro que não! 
Existem mulheres que nao têm insulina, que nao enxergam, que nao podem caminhar, como não existe mulheres sem leite?
A glândula mamária é um órgao mas, pode sofrer doenças, o mesmo que o coracão ou os rins, que podem funcionar mal ou deixar de funcionar.
O que nao acho possível é que existam tantas mulheres sem leite, como pensam. Poucas mães deixam de dar o peito porque querem. A maioria fa-lo "porque o leite secou", "porque o bebé ficava com fome", "porque o leite nao era bom". Nao é possível que metade ou um terço das mulheres não tenham leite, não é possível que as suas mamas não funcionem. Se fosse verdade, estaríamos perante a mais terrível epidemia que a humanidade viveu.

A hipogalactia -escassez de leite- deveria ser uma doença tão rara como qualquer outra, digamos como a diabetes ou a hipertensão. Bem visto, devería ser muito mais rara. 
Por uma parte, a seleção natural não actua contra a hipertensão. Uma mulher hipertensa pode ter tantos filhos vivos como uma mulher com a tensão normal. Ao contrário, a selecao natural é implacável com a hipogalactia: se a mãe nao tem leite, seus filhos morrem, salvo que sejam adoptados e/ou amamentados por outra fêmea - o que é enormemente raro na natureza - Há 100 anos apenas é que os bebés sobrivem sem leite materno.
Para saber se não tem leite, primeiro é necessário um bebé, uma mulher com idade fértil (em teoria entre os 18 e 40 anos) suficientemente saudável de corpo e de mente para ficar grávida e dar a luz...Estamos falando de mulheres com uma excelente saúde. E é muito azar que justamente o peito nao lhes funcione. Pode ocorrer, é certo, mas é muito raro.. Tanto que há de descartar primeiro todas as demais possibilidades.
O problema é que a nossa sociedade nao confia na lactância. Chegamos a pensar que a norma é nao ter leite e que se alguma tem, é só por si a mais extraordinária das coincidências.
Quando se pergunta a uma grávida quanto tempo pensa em dar o peito, raramente se responde algo concreto, “três meses”? “ano e meio?”. Muitas vezes dizem: “enquanto possa”, “ enquanto tenha leite”, nao acreditam que dependa delas, que se possa tomar a decisão e levá-la à prática. Acreditam que sao um brinquedo do destino. 
Quando uma mulher dá de mamar, às vezes surgem perguntas: “como consegues?”, “Explica-me como se faz”, ”eu também quero dar o peito à minha filha”. Ao contrário: “que sorte! Tens leite!”, " Oxalá eu tivesse tido leite também". A insegurança é tao grande que, passe o que passar, a mãe costuma pensar que não tem leite. Se o peito está vazio é “porque não tem leite”, ou se está cheio é porque "o bebé nao mama” e  porque o “leite deve ser mau”. Se o bebé pede o peito com muita frequência, é porque “está passando fome”, mas se dorme muito é porque “como nao sai nada...”. Se engorda pouco é que “necessita de leite adaptado”, mas se engorda muito “nao terá a ver com o peito”. Os peitos pequenos “nao servem”, mas os grandes, também não. Se a mãe foi criada com biberão, “é que em minha família nao temos leite”, mas se a avó ou a bisavó amamentaram sete filhos: “oxajá eu tivesse leite como minha avó, que depois de dar o peito aos seus sete filhos, adotou uma órfão durante a guerra e lhe deu também.”. Em conclusao, não existe nenhuma circustância que faça exclamar às maes: Tenho muito leite.

A imensa maioria das vezes, quando a mãe acredita que não tem leite, na realidade nao existe nenhum problema. Estatisticamente, é mais provável ganhar a lotaría que ter hipogalactia. Nem os peitos murchos, nem o bebé que se desperta pela noite, nem o aumento de peso que alguém comentou que é pouco mas na realidade é normal, nem o que não aguanta três horas, indicam falta de leite. 
Para crer que possa existir um problema com o leite, têm que existir três critérios:
1.O bebé não engorda mesmo.
2.Depois de tentar ordenhar leite durante vários dias, com uma bom técnica e várias vezes ao dia, a mãe nao consegue ordenhar leite.
3.Ao dar complemento, o bebé engorda mais que antes.
Se o bebé engorda normalmente, é porque está a beber leite suficiente, e ponto final. Se o bebé não engorda, mas a mae ordenha leite e o bebé nao o toma, é possível que o bebé esteja doente, mas não há hipogalactia.

Fonte: GONZÁLEZ, C. (2009). Comer, Amar, Mamar. Madrid: Temasdehoy, p.369-371.

Hipogactia verdadeira (ter pouco ou nenhum leite)
Apesar das constantes queixas das mães a respeito da quantidade de leite que produzem, a hipogalactia (baixa ou nenhuma produção) é uma situação que afeta raras mulheres.
Os problemas que podem gerar essa verdadeiramente baixa ou nenhuma produção de leite são os seguintes:
1) Hipotiroidismo
O tratamento adequado resolve o problema.
2) Retenção de placenta
Com a expulsão da placenta, a produção se normaliza.
3) Agenesia do tecido mamário
Rara atrofia das mamas. Não impede a amamentação, mas a produção é baixa.
4) Cirurgia de redução mamária
Há mães que conseguem amamentar, outras não, outras conseguem com complementação.
5) Síndrome de Sheehan
Necrose da hipófise. A mulher não produz leite.
6) Déficit congênito de prolactina
Ausência do hormônio produtor de leite. Doença raríssima.
7) Desnutrição grave
O estado de desnutrição pode levar à diminuição da produção de leite.

Fonte: GONZÁLEZ, Carlos. Un regalo para toda la vida – Guía de la lactancia materna. Madrid: Temas de Hoy, 2006.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Lista de Chá de bebé

Ano Novo, ideia nova.

Olá a todos.
Temos andado muito desaparecidas, mas espero que isso mude.
Ser Mãe implica, além de disponibilidade física, uma disponibilidade mental que nos suga qualquer neurónio com vontade de escrever!

Vamos à ideia:

Conforme este post, um enxoval de bebé é muito extenso e CARO!! 
Um chá de bebé, para além de nos dar a oprtunidade de desfilar a barriguinha e ser mimada pelos amigos, dá-nos também a chance de receber alguns presentes da enormíssima lista de necessidades de uma criança. Verdade seja dita, isso ajuda-nos MUITO!
Problema: Como controlar? Como não haver peças repetidas, faltas? Como garantir que é ao nosso gosto?
Mães, tenho a solução. Uma lista de chá de bebé, numa única loja, em que a própria loja gere tudo. Não seria óptimo??? (como existem para as festas de casamento)

Por exemplo, a Mãe contacta-nos, escolhe as peças que quer (mala de maternidade, saquinhos para roupa, toalhas de banho, lençóis, protectores de berço, alcofa, fraldas, babetes, prende chuchas, mantinhas, colchas, sling, almofada de amamentação, ou até mesmo para a própria decoração do quarto. O que quiser.), escolhe os tecidos a usar, os modelos, as medidas. E pronto, o trabalho da Mãe está feito.
Depois, é só dar o contacto à pessoa responsável pela organização do chá de bebé, ou mesmo aos amigos e familiares que a abordam a perguntar as necessidades da criança. A pessoa entra em contacto connosco, diz quanto quer gastar ou o que quer oferecer da lista e nós fazemos e enviamos à Mãe (ou a quem comprou), tudo lindinho, embrulhadinho com cartão e tudo!
Desta forma garante-se uma lista coerente, sem falhas e tudo ao gosto da Mãe! Claro que tudo feito no mesmo sítio fica sempre mais barato do que comprar peça a peça... E tanto serve para quem queira gastar 5€, ou 50€, ou mesmo para os grupos de amigos que se querem juntar e oferecer um presente e não fazem ideia do que comprar.

O que acham? É útil? É uma boa ideia?
Quero o vosso feedback.





sábado, 22 de junho de 2013

"Não existe Mãe Solteira, existe Mãe!"

Este post vai directamente para todos os párocos que negaram o baptismo a crianças filhas de pais não casados.
Tantas vezes que li Mães a falarem sobre onde poderiam baptizar os filhos já que não eram casadas. Sim, porque haviam pseudo-padres que o negavam!!!!
Negavam o sacramento do baptismo a crianças porque os pais não eram casados. Ia munida de toda a minha catequese em defesa dessas Mães! Não faz sentido por taaaanta coisa, já nem listo as dúvidas ideológicas, vamos só à parte prática:
1. Um adulto a querer ser baptizado? Vão chamar os pais para se converterem e casarem? E os pais deles? e os pais deles?
2. E se existe um progenitor falecido?
3. E se os pais são de outra religião?
4. E SE NÃO TIVER PAIS?

Isto é tão ridículo....
Por isso é que a igreja é a comédia que é. Por isso é que ninguém quer ir à missa, receber sacramentos, etc.. É tudo uma fantochada.
A mim ensinaram-me (e não foi com minha a experiência religiosa, que essa foi bem agrilhoada) que a religião perdoa, aquece, recebe incondicionalmente. O que é disso? 
Gostava que a minha igreja fosse assim... pelo menos é assim que eu vejo o meu Deus e que ele me recebe nas minhas orações. Vamos falando um com o outro, mas não sou muito de frequentar a sua casa. Ele vem à minha e estamos satisfeitos. Recebo-o com muito amor no meu coração e sigo os seus conselhos.

Agora, recebemos de presente um padre Franciscano ( não sabem, mas sou fã dos Franciscanos e de S. Francisco de Assis). Revejo-me na sua ideologia. Se a Catarina tivesse sido um rapaz, ter-se -ia chamado Francisco, em honra do santo. E giro giro é que ela nasceu no dia em que o Papa Francisco foi eleito.



E este santo padre, escreve isto, de mão cheia! E eu agradeço-lhe por abrir os olhos e o coração deste pseudo-padres que pensam que têm o rei na barriga e que para aí andam a impestar as paróquias. Por abrir as portas da sua igreja a todos.

Bute lá baptizar os miúdos!!! E então depois logo se vê do casamento!

A Cat vai para a creche

Pois... já passaram mais de 3 meses desde que nasceu o meu solinho privado, à volta do qual o nosso mundo gira.

Em Agosto a Cat vai para a creche, para poder crescer e brincar com outros meninos e para a mamã e a avó poderem afincar-se nas costuras.

Está uma senhora crescida, já segura no biberão, quer tomar banho sozinha (dá com cada coice!! E torce-se toda!), qualquer dia já se senta e anda... eu sei lá... esta lagartixa não pára de nos surpreender. Todos os dias temos uma novidade.

Vai custar não passar o dia a olhar e a beijar aquelas bochechas boas, mas vai ser muito produtivo, para as duas. Começamos devagarinho e.. a ver vamos.

Por isso, agora estamos na fase de visita a algumas creches da zona. Aquelas mini-cadeiras, mini-mesas, mini-sanitas dão-me vontade de ter já outro filho!! Os meus ovários até pulam!!! Mas não se exaltem que é só vontade. Não me meto noutra tão cedo, primeiro, há que mimar muito a nossa Cat e aproveitar cada momento. Só os 3.


Dica: Póde talco no saco da praia, siiiim!!

Parece que (finalmente) está a chegar o calor.
Começamos a ir para a praia com os miúdos (para quem pode, a Cat este ano ainda não vai) e por isso, resolvi deixar uma dica que me deram.
Levar pó de talco.
Dizem que faz milagres a tirar a areia do corpo!
Já sabem. Experimentem e depois venham contar-me.

terça-feira, 18 de junho de 2013

A Mãe, o Bebé e um Sling

Ando a dizer que tenho de ir dar uns toques à lista de coisas do enxoval para o bebé que fui fazendo ao longo da gravidez e que podem encontrar aqui.

Para mim, o item ESSENCIAL a seguir às fraldas é o sling. (ou o pano, para quem preferir).



Como sabem, estive sozinha com a Catarina entre os 10 dias e o mês e meio dela. O Pai teve de ir trabalhar para fora e eu quis ficar na minha casinha com ela.
Ora, a cachopita sofreu muito com cólicas desde a primeira semana de vida e o único remédio santo (até descobrir a homeopatia) era o sling. Alguns segundos no sling e ela acalmava e acabava por adormecer. Cheguei a dormir sentada com ela no sling, para ela não acordar. E isso valeu-me umas quantas horas extra de sono.
Fiz o sling da Catarina em patchwork, com restos de tecidos que tinha em casa, com 39 semanas de gravidez em cima e fi-lo para gastar o tempo que demorava a passar. Mal sabia eu que iria ser o meu melhor amigo! Entretanto fiz este da foto, com os bolsos, para poder ter a chucha e o aero-om sempre à mão.

Tratar das lides domésticas da casa com um bebé é uma tarefa quase impossível. Comer torna-se uma missão!
Quando percebi que ela afinal já se sentia bem no sling, a minha rotina melhorou drasticamente. Metia-a no sling e tratava da loiça, da roupa, comia, dormia. Cheguei a dar-lhe de mamar enquanto estendia a roupa!

E a primeira ida ao shopping? Os elevadores?? Que é deles? Degraus, sai do carro, monta carro, passa entre os expositores, leva roupa atrás... puuuuffff.... lição aprendida. Sozinha para a rua? Vai de sling. Agora já anda virada para a frente, vai a ver o caminho (até adormecer, que é garantido) e eu tenho os braços livres!! ( e posso sentir o cheirinho dela)

Agora não tenho usado tanto, pelo menos não diariamente como antes, porque tenho mais ajuda e não tenho saído tanto de casa (houve uma altura que tive de o lavar, foi o drama, lolololol) mas ainda ontem, ela estava a fazer uma birra monumental, não queria colo, não queria cama, não queria ovo, não queria nada. Meti-a no sling, ainda a espernear, sai de casa e fui dar uma volta. Cheguei ao fundo da rua e voltei para trás. Ferradíssima! ;)

Por isso, vos digo, comprem ou façam um sling. Vale muito a pena.

Eu falo mais sobre a parte prática da questão, mas deixo-vos este link para lerem mais sobre as vantagens a nível fisiológico para a mãe e para o bebé.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Alimentação e amamentação

Como em tudo na vida, a alimentação influencia a amamentação, havendo alguns alimentos e ervas que ajudam a produzir leite.
Sendo:


Alimentos:
  • Arroz integral;
  • Aveia;
  • Milho;
  • Nozes;
  • Beterraba;
  • Cenoura;
  • Espinafre;
  • Amendoins;
  • Banana;
  • Coco;
  • Figo;
  • Maçã;
  • Mamão;
  • Pêra;
  • Uva
Ervas:
  • Funcho, (2 chávenas por dias, funcho em excesso é tóxico)
  • Hortelã,
  •  Cardo Mariano
Em geral, a mulher que está a amamentar deve beber muitos líquidos de preferência água, cerca de 2 litros por dia.
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sábado, 15 de junho de 2013

Há dias assim..

A Cat fez 3 meses ontem.
Está uma crescida! E já tem manias... como todos.
Hoje foi um dia para esquecer.. acordou torta e pronto. Não houve descanso. Tomei o pequeno almoço às três da tarde.

Adormeceu um bocadinho ao fim da tarde. (Foi uma vitória tão grande que eu e Pai demos um Hi5 de felicidade.) Só não a tentámos adormecer a fazer o pino, de resto, tentámos tudo. Ferrou comigo aos pulos, tipo, "embala-me à bruta".

Acordou, pseudo-mamou, deu uns traques e desata num pranto! Encarnada, esbracejava, gritava, esperneava.. a coisa estava preta! Eu já pensava que eram cólicas tal era o festival (e os traques), não queria a mama, não queria colinho, só chorava. Às, tantas... lembrámo-nos... O Hugo lá trouxe um biberon, para testar, pus-lhe aquilo na boca, calou-se instantaneamente, tipo ON/OFF. Olhou de lado para o Hugo e dasou a mamar sofregamente com o sobrolho franzido com ar ameaçador.
:S .... Nem queríamos acreditar no que estávamos a ver...

Tive pena de não ter tirado foto aquela expressão. Chorei a rir!
Ora pois, a pirralhita, hein????